CURRÍCULO RESUMIDO


Dimas Mendonça é natural da cidade de Manaus, no Amazonas. Nascido no dia 30 de Junho de 1987.

Trabalha como ator, diretor e professor de Teatro. É graduando do curso de Bacharel em Teatro, na Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Criou os espetáculos ABAPORUTAÇÃO (2017) e Tartufo-Me (2018), com os quais mantém temporada.

Premiado em duas edições do Festival de Teatro da Amazônia, para atuação, foi selecionado para cumprir projeto de residência artística pelo Edital Conexões do Ministério da Cultura (2015) e para integrar as programações dos Festivais Cena Contemporânea (2018), de Brasília e Satyrianas (2019), em São Paulo.

Ator do Teatro Experimental do SESC/AM (TESC), de 2004 a 2016, atuou em musicais, dramas, comédias e performances. No grupo foi instrutor de Teatro, além de fazer aulas com inúmeros profissionais das artes cênicas de renome nacional, como Óscar Ramos, Márcio Souza, Francisco Rider, Aurélio Di Simoni, Anna Van Steen, entre outros. O Grupo fez apresentações além da capital Manaus, em cidades do interior do estado do Amazonas, por capitais brasileiras e pelos países Colômbia e França.

O ator já integrou produções das Companhias Cacos de Teatro, UTC-4, Projeto de Pesquisa Cênica UMA, Roda na Praça, UM Teatro, colaborando em processos artísticos dos artistas Francisco Rider, Daniely Peinado e Denni Sales. Todos na cidade de Manaus. 

Estudou com os artistas Eduardo Tolentino, Evaldo Mocarzel, Moisés Miastkwosky, Marlene Fortuna, Jorge Oliva, Ron Daniels, Massayuke Yamamoto, Cacá Carvalho, Roberto Alvim e Juliana Galdino. Participou de encontros de convivência com os artistas Ariane Mnouchkine, Steve Paxton, Zé Celso Martinez Correa e Amir Haddad.

É coordenador do projeto de experimentação cênica Processo Natimorto, desenvolvido a partir do ano de 2011, na cidade de Manaus. Exibiu em mostras e festivais no Brasil, além de apresentações em Lisboa, Madrid e Paris, no ano de 2019.

Dimas segue em estudo e experimentação, movimentado pela pergunta PRA QUÊ ARTE?, de onde recolhe estímulos pra continuar re existindo como artista. Organiza a partir de Março de 2020 os Encontros PRA QUÊ ARTE?, com artistas e estudantes de Teatro de Manaus. Suas referências passam por Shakespeare, Molière, Ariane Mnouchkine, Peter Brook, Zé Celso, Antunes Filho, Eduardo Tolentino, Amir Haddad, pelos artistas amazonenses Nonato Tavares e Francisco Rider e, pela paulista, egressa do Grupo Vento Forte, Selma Bustamante. Tem todo o interesse em seguir descobrindo os caminhos que o Teatro já fez até aqui e, de unir forças para a descoberta de outros, ao lado de jovens artistas de sua geração.

Referências que não me ensinam a fazer Teatro. Eu não tenho uma rotina de trabalho e vivência presencial com nenhum deles. Mas são referências que me apontam possíveis caminhos para me encontrar como Humano, e buscar no outro a sensibilidade também, do Humano. O Teatro como Fio. Para um valor Existencial. Social. 

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